Gabinetes de Gestão de Risco Clínico e Não Clínico
A Gestão de Risco tem como principal função contribuir para a definição, implementação, monitorização e avaliação das estratégias e da política de minimização de risco, em articulação com os demais órgãos e serviços da ULS RL.
2. São constituídos dois Gabinetes de Gestão de Risco:
a. Gabinete de Risco Clínico;
b. Gabinete de Risco Não Clínico.
Cada gabinete é constituído por cinco elementos, um dos quais o gestor do Gabinete, tendo em conta as suas competências e experiência na área da gestão de risco.
4. Compete aos Gabinetes de Gestão de Risco, clínico e não clínico, as seguintes atribuições:
a. Implementar as estratégias e a política de risco, de acordo com as normas, regulamentos e legislação aplicáveis garantindo um processo sistemático de identificação, avaliação e controlo dos riscos clínicos e não clínicos.
b. Agregar e coordenar todas as questões relacionadas com a gestão de risco promovendo a integração e a comunicação entre os diferentes serviços e unidades funcionais
c. Promover programas de formação e de desenvolvimento de uma cultura de segurança com sensibilização e capacitação dos profissionais, utentes e familiares, sobre os conceitos, os princípios, as metodologias e as ferramentas de gestão de risco, bem como sobre os direitos e deveres de cada um, utilizando os recursos informatizados disponíveis.
d. Analisar os incidentes reportados, ocorridos ou potenciais, definindo a sua gravidade, frequência e probabilidade, propondo medidas preventivas e/ ou corretivas, em colaboração com os responsáveis dos serviços atingidos.
e. Monitorizar a implementação, a eficácia e a efetividade das medidas preventivas ou corretivas definidas, utilizando indicadores de qualidade e de segurança, e reportando os resultados ao Conselho de Administração, aos diretores de serviço, aos coordenadores de unidade, aos responsáveis de equipa e aos profissionais envolvidos;
f. Promover uma gestão proativa do risco em saúde, recorrendo a ferramentas que permitam identificar e priorizar os processos críticos, os modos de falha, as causas e os efeitos potenciais, e definir as medidas de controlo e de monitorização adequadas, em colaboração com os profissionais envolvidos nos processos.